terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Conjuntivite: Tipos e Cuidados













A conjuntivite pode ser caracterizada por três tipos diferentes, a alérgica, bacteriana e a viral – esta última sendo a mais comum. Geralmente, ela dura cerca de 15 dias e em todos os tipos os olhos ficam vermelhos, porém, podem se diferenciar em alguns aspectos:

Alérgica: sente-se muita coceira e inchaço. Neste caso é importante evitar o agente causador do problema para não agravar a situação ou levar a sua repetição;

Viral: há lacrimejamento intenso e a sensação de areia nos olhos. Quando muito grave e sem tratamento, pode levar a danos na córnea. Colírios lubrificantes podem ser utilizados no tratamento;

Bacteriana: é sentido inchaço e liberação de secreção. Colírios e antibióticos podem tratar este tipo.


Cuidados

Quando é causada por vírus e bactérias, a conjuntivite é contagiosa e pode ser transmitida a partir do compartilhamento de toalhas e sabonetes. Alguns cuidados podem ser tomados para evitar a conjuntivite:

- Evitar o compartilhamento de objetos;

- O paciente não deve manter contato com outras pessoas;

- As mãos devem ser lavadas com frequência;

- Utilizar álcool em gel e lenços de papel, além de roupas de cama e lenços individuais;

- Cuidados com a higiene pessoal;

- Aplicar o colírio corretamente. Sem excessos e nos períodos prescritos.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Catarata


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a catarata é responsável por 51% dos casos de cegueira no mundo e configura a perda da transparência da lente natural do olho.
Sua causa mais comum é o envelhecimento natural do cristalino, embora possa estar também associada a doenças sistêmicas, oculares, tabagismo, alcoolismo, ou ao uso de certos medicamentos como corticoides.
 A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não incomoda o paciente desde o início. Mas com o tempo, poderá causar alguns sintomas como:
 - Visão embaçada
- Alteração contínua da refração
- Sensibilidade à luz
- Espalhamento dos reflexos ao redor das luzes
- Cores desbotadas.

O diagnóstico é feito rapidamente na clínica e a cirurgia não costuma durar mais de 20 minutos: consistindo na remoção da lente natural do olho afetada para implante de uma lente intraocular definitiva.
Embora consciente durante o processo cirúrgico, o paciente não sente desconforto pois é utilizada anestesia local através de um colírio ou de pequenas injeções na região inferior da órbita ocular.
Após a cirurgia, o paciente é geralmente liberado para casa e na maioria das vezes não apresenta grandes incômodos. É indicado que nas primeiras horas não haja esforço físico ou movimentos bruscos além de contato com piscina, água do mar e ambientes poluídos ou com poeira.

A cura é permanente: Uma vez feita a cirurgia, a catarata nunca mais voltará. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Retinopatia Diabética

Retinopatia Diabética





O diabetes é uma doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho.
Um material anormal é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos da retina, que é a região conhecida como "fundo de olho", causando estreitamento e às vezes bloqueio do vaso sanguíneo, além de enfraquecimento da sua parede, o que ocasiona deformidades conhecidas como microaneurismas. Esses microaneurismas frequentemente rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina. Existem duas formas de retinopatia diabética: exsudativa e proliferativa. Em ambos os casos, a retinopatia pode levar a uma perda parcial ou total da visão.

A grande maioria das pessoas que possuem retinopatia diabética não apresenta sintomas, até que a doença esteja muito avançada. E nestes casos, geralmente, é tarde demais para se tentar salvar a visão. É por este motivo que se deve fazer o rastreamento para prevenir a perda de visão. Os primeiros sintomas são moscas volantes, borrões, áreas escurecidas na visão e dificuldade de perceber as cores. Pode causar cegueira. Alguns casos mais leves podem ser tratados com gerenciamento atencioso do diabetes. Casos mais avançados podem precisar de tratamento a laser ou cirurgia.

Consulte seu médico e oriente-se a respeito. 
Nossos profissionais estão preparados para te atender!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Cirurgia Refrativa


Você sabia que é possível corrigir a miopia, hipermetropia ou astigmatismo com cirurgia? 





No #InstitutoProvisão, a cirurgia é realizada após a avaliação de um dos nossos profissionais. Este procedimento visa diminuir a dependência de óculos ou lentes de contato. Utilizamos a técnica LASIK, que comparada com outras técnicas, apresenta melhor cicatrização e ausência de dor.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Degeneração Macular Relacionada à Idade

A degeneração Macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença crônica e progressiva da mácula que pode levar à perda da visão central. A mácula é uma região pequena da retina. É responsável pela visão central, rica em detalhes, necessária para atividades como: dirigir, ler, reconhecer pessoas e assistir a TV.




A DMRI é a principal causa de perda grave de visão e cegueira em pacientes com mais de 50 anos nos países desenvolvidos. Estima-se que em 2020, até oito milhões de pessoas com 65 anos ou mais poderão apresentar a doença.
O sintomas mais comuns da DMRI são manchas ou áreas de embaçamento centrais ou distorção de objetos. A visão mais periférica normalmente permanece sem alterações. Tipicamente, a doença acomete um olho a princípio, havendo chance de 43% de atingir o outro olho em cinco anos.
É classificada em dois tipos: não exsudativa (seca) e exsudativa (neovascular). “O ideal é que o diagnóstico seja feito nas fases iniciais da doença, antes mesmo de causar sintomas perceptíveis. Para isso a é recomenda-se fazer uma avaliação oftalmológica completa, incluindo o exame de fundo do olho, regularmente. Levando-se em consideração a idade: dos 40 aos 64 anos a cada dois a quatro anos e após os 65 anos a cada um a dois anos”, recomenda o oftalmologista Ricardo Reis.
“A idade é sem dúvida o maior fator de risco para DMRI. De acordo com algumas estimativas, 25% das pessoas com 65 a 74 anos apresentam essa doença ou possuem risco elevado de desenvolvê-la. Mas, pesquisas indicam que indivíduos com história familiar de DMRI têm risco maior”, explica Dr. Ricardo Reis.
Estudos revelam ainda que fumantes ou ex-fumantes têm risco até duas vezes maior de desenvolver DMRI.




terça-feira, 30 de agosto de 2016

Quantas cores será que você enxerga? Faça o teste e descubra!

Gostaria de saber mais a fundo quantas cores o olho humano é capaz de enxergar? A resposta é um pouco mais complicada, isso porque depende da pessoa, nós não enxergamos a mesma quantidade de cores.
As nuances das cores que os seres-humanos enxergam depende do número e da distribuição de cones (receptores de cor) no nosso olho. Apenas 25% das pessoas têm um quarto cone e conseguem ver as cores como elas são. Para comprovar isso, existe um teste. Quantas cores você consegue contar na imagem abaixo?


Veja os resultados

Se você enxerga menos de 20 cores: dicromata
O indivíduo com essa característica possui apenas dois tipos de cones. 25% da população é dicromata.

Se você vê entre 20 e 32 cores: tricromata
Nesta condição a pessoa detém três tipos de cones (púrpura/azul, verde e vermelha). 50% da população é tricromata.

Se você vê entre 33 e 39 cores: tetracromata
A pessoa possui quatro tipos de contes (púrpura/azul, verde, vermelho mais e amarela). 25% da população é quadricromata.